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Fratura não aguda de base de quinto metatarso esquerdo


Paciente feminina, 34 anos, deu entrada em nosso serviço com história de entorse do pé há 2 dias. Às radiografias evidencia‐se imagem compatível com fratura não aguda de base de quinto metatarso esquerdo, exibindo características de não união óssea, com história mais prolongada de evolução.


Realizada redução aberta e fixação interna da fratura, com placa de mini‐fragmentos e parafusos de ângulo fixo, após limpeza do foco de não união e colocação de enxerto ósseo retirado da tíbia distal da paciente.








Completa cicatrização da área doadora do enxerto, 50 dias após.



Radiografias após o último retorno, ocasião da alta do paciente, 70 dias após o procedimento
cirúrgico.

Fonte: http://www.clinicabarone.com.br/anuario2.asp

Fisioterapia para fratura nos pés ou no metatarso

Escrito por Adam Fonseca | Traduzido por Andre Trapani Possignolo







A fisioterapia é essencial para a recuperação de fraturas

(Foot massage in spa image by Dmitry Rukhlenko from Fotolia.com)



Possivelmente, a fratura mais comum no pé é a do metatarso, e sua recuperação pode ser um sucesso se utilizado o tratamento fisioterápico adequado. Dependendo da gravidade da fratura, exercícios que focam na extensão de movimento e no fortalecimento dos músculos são vitais para atingir a cura.

Exercícios iniciais



De acordo com o site PhysioRoom.com, fraturas no metatarso geralmente ocorrem em razão de trauma direto, excesso de forças rotativas ou uso excessivo. Para que os ossos possam calcificar e curar, inicialmente devem ser realizados exercícios com pouco ou nenhum peso no membro afetado. Os fisioterapeutas fazem terapia manual no tornozelo e na planta do pé para diminuir a inflamação e a dor e, ao mesmo tempo, realizam progressivamente movimentos extensivos no quinto metatarso e na articulação do tarso. Devido à anatomia e movimentação complexa do pé durante o caminhar, manter o relaxamento adequado é essencial para sua funcionalidade. Além destas técnicas, geralmente é realizada a terapia com gelo através de compressas ou "air cast".


Exercícios intermediários



Os planos de tratamento podem variar muito dependendo da gravidade e área da fratura. Por isso, nos estágios intermediários da fisioterapia, esses planos precisam ser adaptados para melhor se adequarem aos pacientes. De acordo com FootPhysicians.com, exercícios de alongamento e fortalecimento podem durar de seis a oito semanas, focando principalmente na melhora da flexibilidade e extensão do tornozelo. Os fisioterapeutas normalmente introduzirão exercícios avançados com pesos. Contudo, os pacientes ainda deverão andar com a ajuda de uma bota ortopédica ou um "air cast" para minimizar os riscos de dano ósseo.



Final do tratamento e alta


No momento da alta, os pacientes devem conseguir usar completamente o pé atingido, podendo andar sem qualquer ajuda por longos períodos. Entretanto, ainda não estarão aptos a correr. Portanto, o fisioterapeuta prescreverá exercícios para serem realizado em casa para aumentar a força dos músculos da perna em geral, o que é essencial para a estabilidade do pé durante uma corrida. Se o ortopedista ou fisioterapeuta julgarem necessário, os pacientes podem fazer exames contínuos de raio-X para monitorar a calcificação do osso.

 
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