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Atualmente no Brasil as empresas estão investindo cada vez mais em Gestão integrada da saúde de seus funcionários, no País o número de empresas que adotam o Programa de Benefícios de Medicamentos (PBM), que concede subsídio para os trabalhadores comprarem medicamentos, cresce 20% ao ano.

Ultimamente as empresas estão optando por métodos mais eficazes para  essa gestão, e esse processo, são  muito bem visto pelos RH da empresas vem colaborando cada vez mais para diminuição dos custos das companhias com a saúde de seus funcionários.  Como já sabemos, hoje para empresa é muito importante que o funcionário esteja saudável, tendo em vista que um colaborador nesta condições rende mais e falta menos, consequentemente dessa forma, a empresa consegue diminuir os riscos de sinistralidade e também os custos com a saúde. Isso acontece, por que as empresas agora conseguem traçar o perfil de saúde de seus colaboradores e dessa forma aumentar as eficácia dos investimentos feitos pela empresa na saúde dos funcionários. 

No Brasil, já são mais de dois milhões de empregados que recebem esse auxílio das empresas, e uma  das principais vantagens para é a redução do absenteísmo entre os funcionários. Para diminuir essas despesas, e contribuir para qualidade de vida de seus colaboradores algumas organizações optam por programas de prevenção. Entre as iniciativas possíveis nessa área, encontram-se os Programas de Benefício em Medicamentos, que oferecem um subsídio Integral, parcial, ou desconto em folha. O que favorece o aumento no índice de adesão ao tratamento medicamentoso por parte do colaborador.  Com esse sistema a empresa define o modelo de aplicação do benefício, estabelecendo quais medicamentos irá cobrir e qual o valor do subsídio – a PBMA recomenda um mínimo de 50% do custo do remédio. Com o sistema as empresas conseguem monitorar as compras feitas e ter conhecimento sobre o andamento do tratamento do colaborador.  Essa facilidade faz com que os  funcionários interrompam um tratamento por não ter condições de pagar os remédios. 

Considerando que uma empresa de grande porte  pode chegar a gastar milhões com saúde. E que mais da metade desse montante corresponde a custos indiretos causados por perda de produtividade, absenteísmo, processos judiciais, entre outros fatores.
Sem dúvida, neste caso podemos dizer que as principais causas desses custos está relacionado a falta de engajamento dos colaboradores e nos programas de benefício em saúde e a não adesão dos mesmos com relação as recomendações e tratamentos médicos.

Isso se dá também pela dificuldade das empresas em avaliar os benefícios disponíveis aos funcionários, e se esses incentivos estão sendo utilizados  pelo público certo. Sendo assim, o custo de uma grande empresa com a falta de adesão dos colaboradores a ações de prevenção , diagnóstico e tratamentos equivale a 40% a 50% dos gastos totais com saúde. Podendo chegar até a 65% da carga global, somando planos, custos com medicamentos e outros programas.
E para melhor gerenciamento da saúde corporativa e minimizar esse índice da empresa depende de tecnologia, metodologia, integração de informação e gestão de dados. Esse  processo está em grande desenvolvimento começando por empresas de grande porte que têm maior necessidade de retenção de talentos, como indústrias químicas, farmacêuticas e de tecnologia.
É importante que as empresas façam o melhor para qualidade de vida do colaborador, esse cuidados diminuem o índice de afastamentos e os custos das empresas com gestão de saúde.

 
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