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ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA MUSCULAR


Estimulação elétrica muscular (EMS), também conhecida como estimulação elétrica neuromuscular (EENM) ou eletromioestimulação , é a elicitação de contração muscular através de impulsos elétricos. EMS tem recebido atenção crescente nos últimos anos, porque tem o potencial de servir como: 

  • uma ferramenta de treinamento de força para indivíduos saudáveis ​​e atletas; 
  • ferramenta preventiva para pacientes parcial ou totalmente imobilizados; 
  • uma ferramenta de teste para avaliar função muscular in vivo; 
  • uma ferramenta de recuperação pós-exercício para os atletas. 

Os impulsos são gerados por um dispositivo e entregues através de eletrodos na pele em proximidade direta com os músculos a serem estimulados. Os impulsos imitam o potencial de ação vindo do sistema nervoso central, fazendo com que os músculos se contraiam. Os eletrodos são geralmente almofadas que aderem à pele. O uso de EMS foi citado por renomados cientistas esportivos como uma técnica complementar para treinamento esportivo.
 Nos Estados Unidos, os dispositivos do EMS são regulados pelo EUA Food and Drug Administration . (FDA)  O XVIII Congresso da Sociedade Internacional de Eletrofisiologia e Cinesiologia (Isek 2010), que teve lugar em Aalborg, Dinamarca em 16-19 junho de 2010, teve uma sessão dedicada sobre o assunto: A estimulação elétrica para testes e formação em exercício e esporte. Como parte disso, inúmeros trabalhos de pesquisa e comentários foram publicados.

História

Luigi Galvani (1791) forneceu a primeira evidência científica de que a corrente pode ativar contração muscular. Durante os séculos 19 e 20, os investigadores estudaram e documentaram as propriedades elétricas exatas que geram o movimento muscular. Descobriu-se que as funções do corpo induzidas por estimulação elétrica causaram mudanças de longo prazo nos músculos. Na década de 60, cientistas do esporte soviéticos aplicavam EMS na formação de atletas de elite, alegando que conseguiam 40% a mais de força. Na década de 70, esses estudos foram compartilhadas durante as conferências com as entidades desportivas ocidentais. No entanto, os resultados foram conflitantes, talvez porque os mecanismos em que atuaram as EMS foram mal compreendidos. Uma pesquisa recente do fisiologia identificou os mecanismos pelos quais a estimulação elétrica provoca adaptação de células de músculos, vasos sanguíneos e os nervos.





O que é Corrente Russa?


É o nome de tonificação muscular realizado através de um aparelho de eletroterapia capaz de promover a contração muscular por meio de corrente elétrica.

Leva esse nome por ter sido desenvolvido na Rússia na década de 80, pois foi o verificado que os astronautas russos, ao retornarem da missão espacial, sofriam flacidez, atrofia e fadiga muscular. Observando esse quadro, cientistas desenvolveram essa corrente para solucionar o problema no menor tempo possível.

Equipamento com tecnologia de ponta, adotada pelos maiores centros de estética, é indolor e extremamente eficiente no tratamento de fortalecimento muscular e modelagem corporal.

A eletroestimulação por Corrente Russa, na qual a estimulação elétrica pode recrutar um número maior de unidades motoras, tendo como conseqüência um maior recrutamento de fibras musculares e maior sincronia entre as mesmas durante a contração promovida, o que a diferencia de uma contração voluntária, proporcionando uma maior hipertrofia da musculatura estimulada.





Vantagens da Corrente Russa

Ao associar uma contração isométrica junto à estimulação, existe a possibilidade de promover um recrutamento ainda maios das fibras, proporcionando assim um maior fortalecimento, pois essa associação faz com que a corrente seja mais confortável e, como conseqüência, mais suportável, o que aumenta a tolerância pelo paciente, encorajando-o a utilizar uma intensidade mais alta, o que promove uma contração mais forte.

A Corrente Russa é capaz de remodelar o corpo, combatendo a flacidez, de várias origens de forma rápida e eficaz. Só para se ter uma idéia, 10 minutos de Estimulação Russa sobre o abdome equivalem a 400 abdominais realizados de forma correta, pois, com o uso da corrente, há um recrutamento de 40% a mais das fibras musculares do que no exercício comum.

Objetivo

O objetivo da Corrente Russa é elevar a capacidade muscular, porém, para que haja uma boa modelagem corporal, é extremamente necessária que se faça uma atividade física aeróbica aliada à aceleração do metabolismo para a queima de gordura localizada.

ATENÇÃO! A estimulação Russa deve ser usada em conjunto com exercício físico e não como uma alternativa a ele.

Indicações:

Hipotonia muscular de:

:: Abdome;

:: Glúteos (Membros inferiores e Membros superiores);

:: Interno da coxa.

Fortalecimento e aumento de tônus muscular:

:: Pós-parto;

:: Pós-emagrecimento;

:: Pré e pós-lipoaspiração.

Melhora da performance de atletas:

:: Recuperação de força muscular;

:: Melhor rendimento;

:: Preparação para qualquer trabalho.

Contra-indicações:

Não existe até hoje contra-indicação absoluta para o uso de correntes elétricas para estimulação muscular, porém, algumas precauções deve ser tomadas:

:: Marcapasso: pode haver interferência;

:: Cardiopatas: Podem apresentar reações adversas.

:: Gestantes: Não estimular sobre os seios carotídeos: pode exacerbar reflexos vago-vagais.

:: Estimular com intensidades reduzidas as regiões do pescoço e da boca: para evitar espasmos dos músculos laríngeos e faríngeos;

:: Fraturas ósseas recentes;

:: Hemorragia Ativa;

:: Flebite, Tromboflebite e Embolia;

:: Processos infecciosos;

:: Câncer;

:: Implantes Metálica;

:: Hipertensão arterial;

:: Áreas de sensibilidade alterada;

:: Lesões musculares tendinosas e ligamentares;

:: Inflamações articulares em fase aguda;

:: Fraturas não consolidadas;

:: Mioplasias que impeçam a contração muscular fisiológica;

:: Varizes;

:: Descompensação cardiorespiratória;

:: Problemas renais crônicos.

O que é Corrente Aussie (também chamada Corrente Autraliana)?


É uma nova geração de corrente elétrica para estimulação com vantagens sobre os tradicionais métodos de estimulação (Russa, Interferencial, TENS e FES). Esta técnica é não invasiva, não causa dependência e não tem efeitos colaterais indesejáveis. Produz-se um estímulo, cuja forma de onda é muito mais confortável do que qualquer das formas tradicionais de estimulação. Sendo assim, é mais provável de que esse estímulo seja muito mais agradável à maioria dos pacientes.

O grau de sensação é controlado pelo ajuste dos parâmetros (controles) do equipamento. Porém, como já dito, devido ao estímulo da corrente Aussie ser mais agradável que a maioria dos estímulos elétricos tradicionais (Russa, Interferencial, TENS e FES), uma estimulação sensorial ou motora podem ser atingidos com um mínimo de dor.


OPÇÕES E MODOS DE ESTIMULAÇÃO:

Corrente Aussie Estimulação Sensorial (máximo conforto)

Para a estimulação sensorial (máximo conforto), usa-se corrente senoidal de freqüência de 4.000 Hz (4KHz) e modulação em Bursts com duração de 4 ms. A estimulação sensorial (máximo conforto) produz um torque menor do que a estimulação motora (máximo torque) e pode ser usada, por exemplo, em casos de dores e desconfortos gerados por diversos tipos de lesões teciduais. 
Esta forma de estimulação é a melhor para o controle da dor via teoria das comportas originalmente apresentada por Melzack e Wall (1965) bem como em função da liberação de opióides endógenos. Neste caso, a necessidade não é a produção de torque muscular e sim a ativação das fibras nervosas ABeta (fibras nervosas de grande diâmetro) com mínima ativação das fibras de pequeno diâmetro A Delta e C (dor).

Corrente Aussie Estimulação Motora (máximo torque)

Para a estimulação motora (máximo torque) é uma corrente senoidal de freqüência de 1.000 Hz (1KHz) e modulação em Bursts com duração de 2 ms. A freqüência de 40-50 Hz é recomendada para contrações mais vigorosas. 
Freqüências superiores a 50 Hz produzem mais torque, porém algum grau de fadiga pode ocorrer. A fadiga ocasionada por freqüências mais altas não é devido às fibras do músculo cansadas, mas sim o resultado da atividade elétrica que deixou de ser capaz de ativar o aparato contrátil das fibras musculares. Quando a fadiga é um problema, freqüências de burst mais baixas (20-40 Hz) devem ser utilizadas. Um menor torque será produzido, porém obteremos um menor índice de fadiga.

Para algumas condições, por exemplo, prevenção da subluxação de ombro pósacidente vascular cerebral, freqüências mais baixas ainda são mais recomendadas. O tratamento tem que simular as freqüências normalmente usadas fisiologicamente para ativar as fibras de contração lenta ou fibras musculares resistentes à fadiga em níveis relativamente baixos de atividade sustentada por períodos de tempo maiores, a fim de prevenir e limitar atrofia e estiramento da cápsula articular. Freqüências entre 10 Hz e 20 Hz são recomendadas.

São quatro canais de saída com controles independentes de intensidade, permitindo a estimulação simultânea, ou não, de quatro diferentes regiões durante uma sessão de tratamento. A Corrente Aussie é um tipo de corrente senoidal com frequência portadora de 1.000Hz ou 4.000Hz com duração de burst de 4ms ou 2ms, modulada em trens de pulso (bursts) de frequência variável de 1 a 120 Hz.

A estimulação pode ser feita nos seguintes modos:


  • Modo Contínuo onde a sensação de estimulação é contínua e constante.
  • Modo Sincronizado (com rampas ON, OFF, Rise e Decay) onde os quatro canais funcionam ao mesmo tempo, sincronizados. A sensação de estimulação segue os tempos escolhidos nas rampas.
  • Modo Recíproco (com rampas ON, OFF, Rise e Decay) onde os canais 1 e 3 funcionam alternadamente com os canais 2 e 4. A sensação de estimulação segue os tempos escolhidos nas rampas.

Protocolos pré-programados estão disponíveis. Basta selecionar o programa e, em seguida, definir a intensidade do tratamento.


AÇÕES E BENEFÍCIOS

São 07 os Programas de Protocolo de Tratamento pré-estabelecidos

1 - Fort. Muscular em Atletas - (Fortalecimento muscular em atletas)
2 - Reeducação motora - (Reeducação motora)
3 - Fort. Após atrofia desuso - (Fortalecimento após atrofia por desuso)
4 - FES após AVC - (Estimulação Elétrica Funcional Após Acidente Vascular Cerebral (AVC/AVE))
5 - Redução de edema dren. linfática - (Redução de edema e drenagem linfática)
6 - Mod. da dor pelo MEC. ascendente - (Modulação da dor por ativação do mecanismo ascendente)
7 - Mod. da dor pelo MEC. descendente - (Modulação da dor por ativação do mecanismo descendente)


INDICAÇÕES

Fortalecimento muscular;
Drenagem de edemas;
Relaxamento muscular;
Controle e redução dos quadros inflamatórios;
Controle de dor aguda e crônica;
Recuperação da função muscular;
Pré e pós operatórios;

DÚVIDAS FREQUENTES

O que realmente é a Corrente Aussie?
A corrente Aussie (corrente Australiana) é uma corrente elétrica terapêutica alternada com frequência na faixa de kHz com alguma semelhança em relação às correntes Interferencial e Russa. Pode ser utilizada para relaxamento e fortalecimento musculares.

Quais as principais diferenças existentes entre a corrente Aussie e Russa? 
As duas correntes são alternadas de média frequência, porém, a corrente Aussie possui duas frequências portadoras 1KHz e duração de pulso igual a 2ms e 4KHz com duração de pulso de 4ms.. A Russa apresenta portadora de 2,5 KHz e 10ms de duração de pulso. Pesquisas sugerem que, em função dos parâmetros terapêuticos adotados pela corrente Aussie, a fadiga muscular e desconforto gerados pela estimulação sejam retardados tornando a terapia mais confortável e eficiente.

A corrente Aussie pode ser utilizada para recuperação da função muscular e modulação da dor?
Resposta sim, a corrente Aussie permite que o terapeuta atue na modulação de quadros álgicos e também na recuperação funcional dos músculos esqueléticos e ainda na estimulação linfática. Para isso, os parâmetros de corrente portadora e duração de pulso devem ser modificados, de acordo com cada objetivo do tratamento.

Fote: Shopfisio | IBRAMED
 
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