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CLÍNICAS DE FISIOTERAPIA ESTÃO FECHANDO


Este vídeo foi amplamente exibido em 2009!
De lá pra cá, diversas associações de empresas prestadoras de serviços de fisioterapia foram fundadas com a ajuda da FENAFISIO!

Mas, longe de estarmos em situação confortável, atualmente, em 2014, notícias de endividamento de grande parte da rede chegam aos nossos ouvidos!

O que mudou? Onde estamos errando? O que estamos fazendo para mudar essa situação?




E mais:

Sindicato de Fisioterapia sugere piso salarial de R$ 4.650 para profissionais

Edson Stefani, presidente do Sindicato de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo
Participando de audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família, Edson Stefani, presidente do Sindicato de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo defendeu o aumento do piso salarial da categoria. A reunião serviu para discutir o Projeto de Lei 5979/09, que fixa o piso salarial de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional em R$ 4.650. De acordo com Edson Stefani, o piso praticado atualmente é baixo, variando entre R$ 650, no Rio de Janeiro, e R$ 1.560, em São Paulo. Para Reginaldo Antolin Bonatti, presidente da Associação de Fisioterapeutas do Brasil, esse piso salarial está associado a um número muito elevado de profissionais brasileiros em comparação à média internacional. São 140 mil fisioterapeutas no País, ante 350 mil em todo o mundo. No Brasil os terapeutas ocupacionais somam 15 mil, segundo Eduardo Olívio Ravagni Nicolini, representante do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. O Dr. Paulo César (PR-RJ), relator do projeto, disse que está estudando a situação financeira dos diferentes municípios brasileiros, mas não pretende alterar o valor proposto no projeto. Os participantes da audiência pública, ao defenderem a elevação do piso salarial, afirmaram que 90% dos fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais são formados em universidades privadas, o que exige um investimento muito alto. Segundo dados do Sindicato de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo, apenas com mensalidades os gastos chegam a R$ 72 mil na graduação. O deputado Mauro Nazif (PSB-RO) estima que, até concluir uma especialização, esses profissionais gastem quase R$ 130 mil.
Então surgiu, lá do fundinho, uma voz perguntando: -"Se clínicas já estão fechando por serem obrigadas a assinar carteira de trabalho de fisioterapeutas, aumentando suas despesas em mais de 100%, e mantidos os valores precários de remuneração de convênios, de onde virá esse valor para um piso digno para nós, mas extremamente custoso para as clínicas?"

Não seria, portanto, momento de um debate nacional, com valorização dos serviços de fisioterapia junto à população, enquanto, por outro lado, são negociados aumentos nos convênios?

Hoje temos o RNHF, mas poucos sequer sabemos como sair do convencional e ousar oferecer serviços com maior remuneração e grande utilidade, como, por exemplo, a  quantificação de perda funcional, amparada pela Resolução 381/2010, que fala de Laudos, Atestados e Pareceres.

O que ouvimos é:

- Ah, eu não atendo particular por menos de cinquenta reais!
- Quê, você cobra só cinquenta reais por atendimento domiciliar?

Mas, façamos as contas:

4 atendimentos ao dia ( levando em consideração os deslocamentos):

50,00 x 4 = R$ 200,00

23 dias de trabalho: R$ 4.600,00

Deixo em aberto o tema e as conclusões com vocês!

E pergunto: O que me dizem?

Henrique Alves
Editor


 
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