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Convidada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a se engajar na causa feminista, a atriz Emma Watson proferiu na segunda-feira um discurso que ganhou repercussão mundial.

Um dos pontos levantados pela atriz, famosa como a bruxinha da franquia Harry Potter nos cinemas, é a diferença salarial e de oportunidades profissionais entre homens mulheres.

Exemplo disso é que na lista de mais de 1 600 bilionários da Forbes, há apenas 172 mulheres — das quais apenas 16 construíram a própria fortuna. Mas há um grupo de meninas dispostas a mudar essa realidade. Ainda adolescentes, tiveram uma ideia inovadora que resultou numa empresa de sucesso. Como resultado, ficaram milionárias antes de chegarem aos 20 anos.

Saiba quem são elas.


Ashley QuallsReprodução/VEJA

Ashley Qualls criou, em 2004, aos quatorze anos o WhateverLife.com, site que disponibilizava gratuitamente layouts para o Myspace e tutoriais sobre programação. De um site amador, a adolescente o transformou num sucesso de venda de espaço publicitário e antes dos 18 anos comandava um time de funcionários que criavam layouts e faziam contatos comerciais. Faturava sozinha mais de 70 mil dólares por mês até o encerramento da página, em meados de 2009. Hoje, aos 24 anos, é empreendedora digital e tem uma consultoria de redes sociais nos Estados Unidos.

Juliette BrindakReprodução/VEJA

Juliette Brindak criou aos dezesseis anos a Miss O & Friends, rede social desenvolvida especialmente para garotas adolescentes que, segundo ela afirma, "passaram da fase da Barbie mas ainda não estão prontas para Britney". Atualmente a Miss O & Friends está avaliado em 30 milhões de dólares, sendo que grande parte da renda vem de anúncios publicitários com grandes empresas, como a Procter & Gamble. Aos 24 anos, Juliette é a chefe, inclusive, de seus próprios pais.

Maddie BradshawReprodução/VEJA
Maddie Bradshaw criou a M3, empresa que produz acessórios e bijuterias com design própri, vendendo mais de 16 000 colares por mês em mais de 6 000 pontos de venda, incluindo a internet. A jovem empresária tinha dez anos quando decidiu aproveitar as tampinhas para decorar seu armário na escola. As tampinhas viraram febre e o negócio deslanchou. A M3 faturou 1,6 milhão de dólares no ano passado e conseguiu o apoio de três grandes fundos de investimento. Maddie tem 17 anos e é presidente da empresa.


Diane KengReprodução/VEJA

Diane Keng tinha dezoito anos quando fundou seu terceiro negócio on-line, o site MyWEBoo, serviço que ajudava adolescentes a gerenciarem seus perfis em redes sociais. Em 2011, depois de captar recursos com diversos fundos de venture capital no Vale do Silício, a jovem empreendedora encerrou a empresa e abriu uma nova rede, chamada Faceless. A captação para as duas startups ultrapassou 1 milhão de de dólares. Mas Diane preferiu usar o que arrecadou para financiar seus estudos universitários. Já foi engenheira de TI da Apple e, atualmente, trabalha na Symantec. Sobre a ideia de se tornar empreendedora, ela afirma que muito do estímulo veio de sua mãe. "No primeiro ano de ensino médio, ganhava um dinheiro semanal dos meus pais: apenas 15 dólares. Fiquei chateada e pedi mais. Mas minha mãe me disse que, se quisesse mais, que trabalhasse. Foi o que fiz", disse, em entrevista ao site The Huffington Post.

Madison RobinsonReprodução/VEJA

Madison Robinson criou aos quinze anos a Fish Flops, empresa que vende chinelos com design arrojado para o público adolescente. A adolescente cresceu e tem 23 anos. A Fish Flops, que também passou a fabricar roupas, chega a faturar 1 milhão de dólares em vendas e tem parcerias com gigantes do varejo como Macy’s e a Nordstrom.
 
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