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No Frutal 2014, pesquisador da Embrapa destacou importância do consumo desses alimentos para a saúde humana; nesta quarta, especialistas debatem a segurança dos alimentos que chegam às mesas Os painéis do Seminário Internacional de Frutas e Hortaliças - que integra a 21ª Semana Internacional de Fruticultura, Floricultura e Agroindústria, em Fortaleza, no Ceará -, têm destacado a importância de uma alimentação saudável e de qualidade. A programação, que teve início ontem (23) e vai até amanhã (25), conta com debates entre cadeia produtiva, governos e academia sobre o papel das frutas, verduras e legumes na melhoria da saúde humana.

Durante sua exposição no painel de abertura do Seminário, o engenheiro agrônomo João Pratagil Pereira do Araújo, pesquisador da Embrapa, destacou que mais de 98 milhões de brasileiros sofrem com excesso de peso e apontou diversos perigos da obesidade. Além de estar engordando, a população brasileira está comendo uma quantidade muito menor de frutas e hortaliças do que o recomendado por órgãos internacionais de saúde, destacou. “

O custo anual de internações e procedimentos ambulatoriais relacionados ao excesso de peso e obesidade, no Brasil, entre 2008 e 2010, foi de R$ 2,1 bilhões; ao mesmo tempo, apenas 14% dos homens e 18% das mulheres em idade adulta consomem cinco ou mais porções de frutas, verduras e saladas por dia, apontou Pratagil.

Para o pesquisador, essa relação deixa claro a necessidade de o Governo apoiar uma readequação dos hábitos alimentares. Trata-se de uma questão de saúde pública. Além de serem fundamentais para o controle de peso, frutas, verduras e saladas diminuem em até 16% as chances de morte súbita.

Alimentos seguros e saudáveis
Mas, não adianta apenas estimular o consumo de alimentos in natura sem antes esclarecer alguns mitos sobre a produção de alimentos no país. Outra preocupação que vem crescendo em diversos setores da sociedade é em relação à segurança dos produtos consumidos. Para aprofundar esse debate, uma mesa redonda vai reunir um médico toxicologista (Dr. Ângelo Zanaga Trapé/Unicamp), o coordenador do Programa de Avaliação de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos – PARA/ANVISA (Carlos Alexandre de Oliveira Gomes) e um engenheiro agrônomo da indústria de defensivos (Guilherme Luiz Guimarães/ANDEF).


“Os limites internacionais, adotados no Brasil, são extremamente seguros para a saúde humana e também servem para regular o comércio internacional de alimentos. Para calcular esses limites, há uma margem de segurança de mais de 100 vezes sobre o valor máximo tolerável pelo homem, destaca o toxicologista.

 
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