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A dor lombar é a segunda que mais acomete o ser humano e por este motivo recebe atenção de diversas frentes de tratamento, de métodos clínicos a cirúrgicos, que conseguem curar ou atenuar grande parte das ocorrências. No entanto, como explica Dr. Claudio Fernandes Corrêa, mestre e doutor em neurocirurgia pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), há situações em que a dor persiste mesmo após a realização da cirurgia. Os casos mais comuns se concentram na Síndrome Pós-laminectomia.

Segundo Dr. Claudio, embora tenha múltiplas origens, a causa mais frequente da Síndrome está relacionada a casos cirúrgicos para a hérnia de disco. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela representa cerca de 40% das cirurgias que não obtiveram sucesso na eliminação ou alívio da dor. E, apesar de ainda ser em menores índices em relação às outras moléstias, o problema merece atenção, pois influencia a qualidade de vida de cerca de 40 a 80% dos portadores de lombalgia.

Dentre os tratamentos auxiliares a adotar em pacientes com a Síndrome Pós-laminectomia estão dois procedimentos neuroaumentativos: a neuroestimulação medular espinhal e o implante de bomba de infusão de drogas analgésicas.


Os procedimentos:

A neuroestimulação medular espinhal se dá pelo implante de fios flexíveis e finos com condutores elétricos - os eletrodos –, sendo a posição determinada de acordo com a localização da dor de cada paciente. Sob a pele e ao nível da coluna, os fios sãos ligados a um gerador posicionado também abaixo da pele, na região inferior a clavícula ou no abdômen, o qual permite programar a corrente elétrica às regiões medulares, promovendo a inibição da dor, e melhor qualidade de vida.

O procedimento do implante de bombas de infusão de drogas se dá pela inserção de um cateter (tubo fino e flexível) na coluna vertebral, conectado a um reservatório (bomba de analgésico), localizado abaixo da pele do abdômen. Esses dispositivos implantáveis enviam medicação contra a dor diretamente ao fluido ao redor da coluna (liquor), fornecendo alívio do quadro doloroso. O procedimento é simples e a liberação do analgésico ocorre continuamente, conforme programação feita pelo médico.

A vantagem dos dois procedimentos é que não lesam estruturas e são reversíveis. “Ambos oferecem resultados positivos, variando os percentuais de acordo com o perfil da doença e do paciente, mas sempre com ganho de qualidade de vida”, explica o médico.

Fonte para entrevista:

Dr. Claudio Fernandes Corrêa
Com mais de 30 anos de atuação profissional, Dr. Claudio Fernandes Corrêa é graduado em medicina pela Faculdade Federal do Triângulo Mineiro e possui mestrado e doutorado em neurocirurgia pela Escola Paulista de Medicina. Especializou-se no tratamento da dor aliado a neurocirurgia funcional – do qual se tornou uma das principais referências no Brasil e também no Exterior.

Além de membro das principais sociedades relacionadas à neurocirurgia e ao estudo da dor, ainda preside o Instituto SIMBIDOR – que realiza o Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre Dor – um dos eventos de maior expressão do setor do Brasil e do Mundo.
É também o idealizador e coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, serviço que reúne especialistas de diversas especialidades para o tratamento multidisciplinar e integrado aos seus pacientes.

 



Dr. Claudio na web
Site: www.claudiocorrea.com.br
Youtube: http://www.youtube.com.br/drclaudiocorrea
Facebook: https://www.facebook.com/dr.claudiofernandescorrea
Twitter: www.twitter.com/drclaudiocorrea

Informações para a Imprensa
Baruco Comunicação Estratégica

 
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