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Paulo Ribeiro, autor do livro "Os 7 Pilares do Aprendizado: Usando a Ciência Para Aprender Mais e Melhor", explica a importância de boas anotações e como fazê-las. 


Não importa se você está fazendo faculdade, cursos preparatórios ou estudando uma segunda língua: em qualquer universo de aprendizado, você vai se deparar com aulas, - e, apesar disso, ainda vejo que muitas pessoas apresentam dificuldade em aprender e memorizar os conteúdos.
Exatamente por esse motivo digo que saber a melhor maneira de tomar notas ajuda – e muito – a absorver o conteúdo das aulas da melhor maneira possível, e esse é um grande passo a caminho do aprendizado.

Se você não tem costume de fazer anotações, repense: a taxa de retenção do conteúdo cresce bastante quando você escreve. Agora, se você já costuma tomar notas, vamos discutir agora os erros que você talvez cometa - e o que fazer a respeito.

O erro mais comum dos estudantes é criar transcrições da aula em seus cadernos, ou seja, anotar tudo o que o professor fez e disse. Isso não é necessário. Além do mais, hoje a informação está a um clique, então, seu foco primário não deve ser esse.

Simplesmente tomar notas transcrevendo aulas, por mais que você saiba que vai usá-las para estudar para prova, não é o modo ideal de absorver conteúdo. Claro, transcrever o conteúdo é melhor do que não fazer nada, mas, em termos de eficiência, é melhor utilizar alternativas para tornar o processo mais significativo para o cérebro. Quais, então, são maneiras interessantes de fazer anotações?

Sugiro duas técnicas: comprimir o conteúdo e tornar ele pessoal.
Comprimindo a informação: a ideia por trás da compressão é entender como o que está sendo ensinado durante a aula funciona. O cérebro geralmente é ruim para memorizar informações sem sentido ou nexo, o processo melhora quando atribuímos significado aos dados que estamos tratando. 

Saber como reconstruir alguns procedimentos, ou seja, entender o que está por trás das coisas ao invés de só decorar o resultado, é útil, já que aprender a reconstruir é quase sempre mais fácil do que decorar. A principal dica para isso é apenas memorizar o que você não consegue/pode deduzir. Isso significa que aprender o caminho é mais eficiente do que decorar o resultado, que sem conexão e sem compreensão alguma, passa a ser uma sequência de letras que você não sabe de onde veio - como é o que acontece com as fórmulas matemáticas, por exemplo. Todas as letras possuem uma razão de estarem ali, basta você entender isso.

Tornando o conteúdo pessoal: tornar o conteúdo pessoal por meio de exemplos de sua vida conecta automaticamente o que você está aprendendo ao que você já sabe, afinal, aquilo que já faz parte da sua vida, você memoriza melhor. Mas como tornar pessoal algo que você não tem familiaridade? Exemplifique e/ou associe. Pegue um problema matemático e traga ele para sua vida, por exemplo.

Desse modo, você conecta o conteúdo a sua experiência pessoal e entende melhor como ele funciona. Note que essas dicas não se restringem a aulas: servem para qualquer coisa. Resumidamente, o importante é entender a estrutura do conteúdo e trazer ele para perto, ligando com as suas próprias experiências.




Serviço: Paulo Ribeiro
Fundador do Aprendizado Acelerado

81 98891453 (TIM) / 82199940 (Vivo) /(81) 3451.7180 (Fixo)
 
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