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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para a saúde, sobretudo para o sistema cardiovascular. Uma cerveja por dia para as mulheres e duas para os homens são a quantidade ideal. Mais do que isso é prejudicial à saúde.

Se forem respeitadas as doses recomendadas, a cerveja ajuda a prevenir problemas cardiovasculares, desacelera o envelhecimento, favorece o sistema imunitário e a saúde dos ossos.

Contudo, todos estes benefícios só sucedem no organismo se as doses recomendadas de cerveja forem acompanhadas por uma alimentação equilibrada e exercício físico. Quem garante é a nutricionista Vanessa Pimentel. Além disso, garante a especialista, desta forma, quebra-se o mito de que a cerveja engorda.

“A cerveja é uma bebida saudável e que faz parte da dieta do Homem desde os tempos ancestrais. É muitas vezes olhada de forma injusta como sendo uma bebida inferior ao vinho. Apesar de tudo, quando consumida com moderação, a cerveja faz bem à saúde. Reduz o colesterol, melhora o sistema imunitário, é antioxidante e, contrariamente ao que a maioria das pessoas pensam, a cerveja não engorda”, diz ela.

O consumo moderado de cerveja, ao contrário do que acontece com o consumo excessivo e com a abstenção, pode proteger as pessoas de doenças cardiovasculares, como por exemplo: ataques de coração e algumas formas de trombose, conforme já foi demonstrado em muitos estudos feitos um pouco por todo o mundo. Deste modo, estima-se que a ingestão de 30g de álcool por dia (cerca de 3 copos de cerveja), pode reduzir o risco de doenças coronárias em 25%. A explicação para esta situação acontece na quantidade de colesterol no sangue (HD2, o bom colesterol) aumentar quando se consome álcool, diminuindo assim o risco de doenças. Investigações realizadas mostram que 2 copos de cerveja por dia (20g de álcool) pode aumentar o colesterol HDL na ordem dos 4%. É claro que o consumo em excesso não vai fazer este valor subir, indo, ao invés, provocar vários problemas em outros sistemas do nosso organismo. “Outra explicação para os benefícios atrás descritos baseia-se na tendência que existe para a redução do aparecimento de coágulos no sangue quando se consome álcool. Outras investigações foram efetuadas no sentido de se aferir da influência do consumo de álcool em certo tipo de doenças. Deste modo, obtiveram-se resultados que evidenciam que o consumo moderado de cerveja ou vinho pode proteger contra a formação de pedra na vesícula, osteoporose e até a diabetes”, conta Pimentel.

Vale lembrar que o fato de bebermos dois copos de cerveja não evitará por completo o aparecimento de qualquer uma das doenças mencionadas. Outros fatores como o controlo do peso, uma dieta equilibrada ou o exercício físico regular são também essenciais para uma melhor qualidade de vida. 

Dieta x Cerveja
A cerveja pode contribuir positivamente para uma dieta saudável. A sua produção, a partir de cereais como a cevada maltada, o lúpulo, o trigo, o arroz ou o milho, ajudam na dieta equilibrada. Só para você entender: a cerveja é basicamente água (cerca de 93%), constituindo pois uma fonte excepcional deste bem essencial à vida, servindo igualmente para saciar a sede. Fornece vitaminas essenciais e diversos sais minerais, podendo realçar-se o seu elevado teor de potássio e baixo valor de sódio, indispensável a uma tensão sanguínea normalizada. Tem baixo teor de cálcio e é rica em magnésio o que ajuda à proteção contra a formação de pedra na vesícula. Contém, igualmente, compostos do lúpulo, que ajudam na prevenção da descalcificação óssea.  “Isto pode ser uma das razões pela qual o consumo diário de cerveja (33cl de cerveja ± igual a cerca de 13g de álcool) tem sido referido como capaz de reduzir em 40% o risco de formação de pedra nos rins”, afirma a especialista.

Além de todos os benefícios já mencionados, a cerveja tem outros de menor importância, por exemplo, é fonte de fibra solúvel, derivada das paredes das células dos grãos de cevada maltada. Um litro de cerveja contém, em média, 20% da dose diária recomendada de fibra, chegando algumas a fornecer 60%. Além de ajudarem a uma saudável função intestinal, as fibras têm uma ação benéfica ao encurtarem o tempo de digestão e absorção dos alimentos, para além de reduzirem os níveis de colesterol o que, por sua vez, diminui o risco de doenças do coração.

A lista de efeitos benéficos que o consumo moderado de cerveja pode trazer à nossa saúde é vasta e encontra-se em constante crescimento. Os estudos sobre os diversos ingredientes que a compõem, levam a descobertas que estão longe de ser imaginadas pela maior parte de nós. No entanto, facilmente se percebe que, tendo em conta os produtos que servem para elaborarmos uma cerveja, muitas outras virtudes poderão ser investigadas nos próximos anos. “Agora, sabe-se que a cerveja é uma excelente fonte de vitaminas, sendo especialmente rica em vitaminas do grupo B, como por exemplo a niacina, a ribofalvina, a piridoxina e os folatos. De fato, a piridoxina (vitamina B6) dá uma proteção adicional aos seus consumidores contra as doenças cardiovasculares, comparativamente com o que acontece aos consumidores de vinho e bebidas alcoólicas”, conta Vanessa Pimentel.

Por seu lado, os folatos também têm uma ação protetora contra as doenças cardiovasculares e certos tipos de cancro, sendo que para este último facto também contribui a existência de antioxidantes, provenientes da cevada maltada e do lúpulo. A cerveja contém, por bebida (de teor equivalente de álcool), mais do que duas vezes os antioxidantes do vinho branco e apenas metade dos que contém o vinho tinto.

“Muitos dos antioxidantes do vinho tinto são constituídos por moléculas de elevado peso que, por isso, não são tão facilmente absorvidas pelo organismo como as moléculas mais pequenas presentes na cerveja. Para além do mais, recentes investigações demonstraram que certos antioxidantes (flavanóides do lúpulo) têm capacidade para ajudar na luta contra o cancro (do trato gastrointestinal, do peito e tiróide, pelo menos)”, finaliza a nutricionista.

  


Informações para Imprensa:
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Anne Campanella – anne@dnadacomunicacao.com.br
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HIIT - VEJA ABAIXO

TREINAMENTO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE FUNCIONA?






Em Que Consiste o Treino HIIT?

High Intensity Interval Training ou simplesmente treinamento intervalado de alta intensidade, como o próprio nome sugere é um programa de treinamento que consiste na execução do exercício a alta intensidade, ou seja:

Digamos que você irá fazer o HIIT na esteira:

Você terá que executar o exercício aplicando o seu máximo por um determinado período de tempo, seguido de um pré-definido “intervalo” onde será apenas reduzida a intensidade do exercício, mas você não pára até que o tempo estipulado esteja completo.

Um dos benefícios deste método de treino intervalado de alta intensidade é que mesmo após o termino da sua sessão você ainda continua queimando calorias. O conceito por trás deste treino é fazer com que a energia anaeróbica prevaleça durante o período de alta intensidade a qual fará com que sua taxa metabólica basal em repouso continue queimando calorias. Exatamente o processo necessário para reduzir o peso.

Além de ser um ótimo método de treino para perder a gordura, o treino intervalado de alta intensidade também contribui para aumentar a performance anaeróbica o qual é benéfico principalmente para aqueles que participam em corridas, ou até mesmo para aumentar a resistência física de quem treina com pesos, diminuindo o tempo de recuperação e possibilitando a execução de mais repetições. Em exercícios para as pernas por exemplo.    

HIIT não é um substituto do treinamento aeróbico, muito pelo contrário. Embora sejam ambos treino para queimar calorias, o exercício aeróbico de um modo geral ainda é a atividade física mais aconselhável para a maior parte das pessoas, principalmente para iniciantes, no entanto nada impede que este método de treino intervalado de alta intensidade seja praticado por qualquer pessoa.

Para comprovar se a teoria por trás deste método de treino realmente é eficaz, foi desenvolvido um estudo na Universidade de Macmaster no Canada onde um grupo composto pelos melhores cientistas na aérea do desporto vindos de todo o mundo, executaram um teste em atletas de elite utilizando o seguinte protocolo:

60 segundos de exercício intenso a 95% do VO2 Max seguido de um intervalo de 75 segundos durante 8 sessões. Foi constatado que em apenas 3 sessões por semana que o treino intervalado a alta intensidade proporciona resultados equivalentes a 5 horas de exercícios aeróbicos por semana a uma intensidade de 50 a 70% de VO2 Max.

Ou seja, além de ser um ótimo método de treinamento para o emagrecimento e aumento do nível de fitness, também oferece grande vantagem para aqueles que não querem ou não podem dispensar muito tempo na academia.

Com que Frequência Fazer o Treino HIIT


Ao contrário do treino aeróbico o qual requer que seja praticado entre 5 a 7 dias por semana durante pelo menos 30 minutos a uma intensidade de 50 a 90% (FCM) para melhorar a saúde cardiovascular e entre 3 a 5 dias por semana com uma intensidade de 55 a 90% da frequência cardíaca máxima e duração entre 20 a 60 minutos para melhorar o nível de fitness. 

Por serem requisitados períodos de alta intensidade embora que por curta duração, este método de treino não deve ser praticado todos os dias pois pode influenciar negativamente no ganho de massa muscular assim como resultar em overtraining.

HIITdeve ser praticado no máximo 3 vezes por semana, e principalmente deve ser intercalado para que não coincida com exercícios de musculação 

Se o seu objetivo principal for perder peso, o aconselhado será alternar entre os métodos de treinamento, por exemplo:

Faça o HIIT na segunda-feira por um período entre 15 a 60 segundos máximos, seguidos de um intervalo equivalente ou menor ao tempo escolhido (caso necessite de mais tempo para se recuperar, aumente o tempo de intervalo mantendo assim a boa forma física na execução no exercício.) repetindo a sequência por 8 series a seguir poderá fazer o treino aeróbico normalmente desde que seja a baixa intensidade.

O importante é dar o devido descanso de no mínimo 48 horas entre sessões para que os músculos se recuperem antes de voltar a fazer um treino de alta intensidade. 





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- fonte:fitnessesportenutricao.com


 
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