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24 de março, é o Dia Mundial de Combate à Tuberculose.
A doença, que ficou conhecida nos séculos XIX e XX como a "doença dos poetas", continua a fazer muitas vítimas.
No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, 70 mil casos novos são registrados anualmente e ocorrem 4,6 mil mortes em decorrência da doença.
Em estimativas da Organização Mundial de Saúde, a OMS, até 2020 teremos cerca de 1 bilhão de novos infectados. Destes, 35 milhões - a população de um país como a Argentina - irão morrer.



Conhecida como "doença do passado", tuberculose continua fazendo muitas vítimas

            Durante os séculos XIX e XX, ela ficou conhecida como a doença dos poetas. Manoel Bandeira, Cruz e Sousa, Álvares de Azevedo e Castro Alves foram alguns dos escritores que sofreram com a tuberculose e fizeram da moléstia tema de suas produções literárias. Hoje, a doença não está mais presente em versos e poemas, mas continua fazendo muitas vítimas. Todos os anos, são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, 70 mil casos novos são registrados anualmente e ocorrem 4,6 mil mortes em decorrência da doença.

            Transmitida pelo bacilo de Koch - o Mycobacterium tuberculosis - a tuberculose é uma das doenças infecto-contagiosas que mais mata no país. "O contágio se dá por via aérea e a bactéria consegue sobreviver por até 24 horas suspenso no ar. Então, ambientes fechados e pouco ventilados favorecem a transmissão da doença", explica o bioquímico Marcos Kozlowski, responsável técnico do Lanac - Laboratório de Análises Clínicas.

            Tosse por mais de duas semanas, febre, produção de catarro, cansaço, dor no peito e falta de apetite estão entre os sintomas da tuberculose, que afeta principalmente o pulmão. Como a doença tem cura, o diagnóstico precoce é fundamental. "O exame do escarro, também chamado de baciloscopia, faz uma análise da secreção dos pulmões e consegue descobrir quais as fontes da infecção para o devido tratamento", conta Kozlowski.

Sobre o LANAC
Há 22 anos, o LANAC - Laboratórios de Análises Clínicas se diferencia por se manter, com orgulho, como empresa 100% paranaense. Hoje, o laboratório oferece mais de dois mil tipos de exames, além de coleta domiciliar e assessoria científica para médicos e conta com mais de 280 colaboradores. Recebe exames de 25 laboratórios, atuando como laboratório de apoio. A sede central, com 1.200 m², é o maior centro de análises clínicas de Curitiba. Além da sede central, o LANAC mantém outros trinta postos de coleta na cidade. A empresa participa de testes de proficiência do Controle Nacional de Qualidade da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, com nota excelente desde 1992 e mantêm a certificação ISO 9001/2008 atualizada desde 2004.
Aline Anile

IEME Comunicação

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