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Cresce o número de mulheres que buscam as clínicas de reprodução humana assistida para uma gravidez independente.

Nos últimos anos, a medicina reprodutiva evoluiu ao ponto de permitir que a mulher decida em qual momento engravidar e, até mesmo, se deseja ou não ter um parceiro. Na Art Rede de Reprodução 

Humana, cresceu o número de mulheres que buscam a clínica para esclarecimentos sobre a utilização de um banco de sêmen. 

“As mulheres que buscam por uma maternidade individual e recorrem ao banco de doador de sêmen anônimo já representam aproximadamente 15% de nossas pacientes", diz a especialista em reprodução humana assistida, Lillian Silvestre Califre, Diretora Médica da Art. Ela explica que a maioria das pacientes tem entre 35 e 40 anos, estão com uma boa colocação profissional e estabilização financeira. 

Os casais homoafetivos ou pacientes que buscam por uma família uniparental podem utilizar o banco de sêmen para a realização da inseminação artificial ou fertilização in vitro (FIV). “No entanto, é muito importante que paciente saiba dos riscos de um tratamento de fertilização, principalmente para as mulheres com a idade acima de 37 anos”, ressalta a médica. Nesta faixa etária, a chances de gestação para a paciente que se submete a FIV é de 20% a 30%, caindo para somente 5% para mulheres acima de 41 anos.

Ao optar por um banco de sêmen, em hipótese nenhuma a paciente terá informações sobre a identidade do doador. A doação deve ser totalmente voluntária e num processo de doação será informada somente a identidade médica do voluntário. A identidade civil é um segredo médico. 

Segundo a resolução 1358/92 do Conselho Federal de Medicina (CFM) de 30 de setembro de 1992, a doação de gametas (espermatozoide e óvulos) deve ser totalmente anônima e voluntária. 

Art Rede de Reprodução Humana – estabelecida na capital paulista, o serviço foi fundado com a chancela do Fertility Medical Group e do Grupo Origen, duas das maiores clínicas do Brasil e da América Latina. A clínica surge como uma real possibilidade para casais com menor poder aquisitivo, que agora podem realizar tratamentos de infertilidade pela metade do valor praticado pelas clinicas brasileiras, além de contar com toda a medicação inclusa ao tratamento. 
 
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