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A lista de problemas conta com tuberculose, lombriga, sarna e infecção alimentar.

Cães e gatos são companheiros leais, mas podem trazer riscos para a saúde dos humanos. E que podem transmitir doenças variadas, incluindo algumas até com complicações fatais. Veja a lista apresentada no jornal Daily Mail:

Cães

Tuberculose 
Se os cães entram em contato com uma vaca infectada, entram em uma briga com um animal doente ou comem carne com a bactéria, podem desenvolver tuberculose e passar a doença pulmonar potencialmente mortal para as pessoas. Os riscos são pequenos, mas reais.

Lombriga 

Dois terços dos playgrounds públicos estão contaminados com os ovos da lombriga, um parasita intestinal. Os ovos são eliminados por cães infectados e sobrevivem por meses no terreno. Se você mexe no jardim sem luvas ou come alimentos que caíram no chão, os ovos podem acabar dentro de você. As larvas podem migrar para pulmões, fígado, olhos e cérebro, podendo causar danos internos graves e até mesmo cegueira.

Tênia

A tênia é um parasita, cresce no intestino e vive cerca de 20 anos.  Enquanto a maioria é inofensiva, há uma espécie potencialmente mortal, chamada echinococcus. Após os cães comerem ovos de echinococcus em carcaças de animais infectados, os vermes crescem até a idade adulta em suas entranhas e eliminam os ovos nas fezes do cão. O pet, por sua vez, espalha os ovos para as pessoas lambendo seus rostos depois de se limparem com a língua. Nos humanos, essa tênia causa cistos no fígado, pulmões ou cérebro, que podem crescer e levar à falência de órgãos e até morte. “Você pode evitar tênia pelo uso regular de vermífugos nos cães”, ensinou a veterinária Caroline Reay, do Blue Cross.

Intoxicação alimentar 

Os cães não usam apenas a língua para se limpar, mas também colocam o focinho em qualquer coisa fedorenta, incluindo aves mortas, carcaças de animais e fezes. Como resultado, suas bocas podem ser um terreno fértil para Salmonella e Campylobacter, bactérias que causam intoxicação alimentar, que pode ser perigosa para as crianças e os idosos.

Parasita 

Enquanto cães desfrutam de um mergulho no rio ou lado, podem pegar o parasita que causa a criptosporidiose. Uma vez ingerido, os parasitas vão para o intestino, causando diarreia, cólica e febre. Embora as chances de um cão passar a doença para os humanos seja pequena, é algo para se pensar na próxima vez que ele for lamber seu rosto.

Sarna 

Se a sua pele está coçando e seu cão está sofrendo de sarna, ele pode ter transmitido o problema. Os ácaros que causam a sarna canina são diferentes da variedade humana e não podem se reproduzir nas pessoas, mas podem causar desconforto temporário e irritação por alguns dias. “É facilmente prevenida em cães com um tratamento mensal”, disse a veterinária Vicki Larkham, do People’s Dispensary for Sick Animals.

Leptospirose 

É frequentemente transmitida por resíduos de ratos em canais e rios. Se o seu cão bebe água infectada, pode pegar a doença e sua urina se torna infecciosa. Em nove a cada 10 casos humanos, a doença causa sintomas gripais leves, como dor de cabeça, dores e calafrios. No entanto, em 10% pode ser uma ameaça à vida, levando a uma hemorragia interna e à falência de órgãos. “É completamente evitável com a vacinação”, alertou a veterinária Vicki.

Micose 

Micose é uma infecção fúngica mais comumente apanhada de gatos, mas pode ser transmitida por cães e provoca uma erupção vermelha na pele. É altamente contagiosa, podendo pegar simplesmente ao afagar o seu animal de estimação, mas não é grave e pode ser tratada com cremes. As crianças são particularmente vulneráveis à infecção. “Os animais podem ter micose sem necessariamente ter quaisquer sintomas”, comentou a veterinária Caroline.

Gatos

Os felinos são famosos pela sua limpeza, mas também podem transmitir uma série de doenças potencialmente desagradáveis. Felinos que caçam pássaros e roedores são expostos a mais bactérias e parasitas que os cães que raramente andam sem coleira. Assim como cães, também podem espalhar salmonella, campylobacter, micose, tênia, lombriga, criptosporidiose, giardíase e tuberculose.

Toxoplasmose 

Se os gatos comem carne crua ou caçam, correm o risco de ter toxoplasmose, transmitida por um parasita unicelular microscópico que vive nas vísceras de animais. Muitos gatos infectados não apresentam sinais da doença, embora alguns possam sofrer febre, perda de peso e problemas respiratórios. Se o parasita se espalhar para as pessoas, uma em cada 10 desenvolverá sintomas gripais leves. O preocupante é que pode causar danos cerebrais ou cegueira em bebês que estão na barriga da mãe. É por isso que as mulheres grávidas devem evitar limpar a caixa de areia dos gatos, se puderem, ou, no mínimo, usar luvas para realizar a tarefa.

Conjuntivite 

Conjuntivite, uma infecção da membrana que cobre o globo ocular do gato, é uma doença comum, muitas vezes causada pela versão da clamídia felina. Essa infecção bacteriana pode passar para os donos, por isso é melhor lavar as mãos após o manuseio de um gato doente e não deixá-lo se esfregar em seu rosto.

Doença de arranhadura do gato 

A doença da arranhadura de gato é causada pela bactéria Bartonella henselae, transmitida aos animais por pulgas. O pet passa o problema aos humanos por meio de mordidas e arranhões. Começa com uma pequena bolha, seguida de inchaço das glândulas linfáticas e febre uma semana ou mais tarde. Na maioria dos casos, é leve. Mas algumas vítimas podem ter sintomas mais graves, incluindo infecções pulmonares ou hepáticas, problemas oculares e, mais raramente, convulsões cerebrais. 

Doença da mordida do gato 

Causada pela bactéria Pasteurella multocida, encontrada na boca, nariz e garganta da maioria dos gatos. Pode levar a infecções dolorosas e potencialmente mortais.

Cuidados 

Não entre em pânico caso tenha um animal de estimação. Os veterinários alertam que a maioria dos problemas podem ser prevenidos com vacinas e bom-senso. Lave sempre as mãos e evite compartilhar beijos, cama e pratos com os pets.

Enquanto podem aumentar o risco de algumas doenças, também são benéficos à saúde por seu companheirismo. Estudos têm demonstrado que crianças criadas em lares com pelo menos dois animais de estimação são menos propensas a sofrer de alergias mais tarde na vida.
 
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