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Foi descoberto que condições sociais estão relacionadas ao desenvolvimento do cérebro.

 Crianças de famílias mais ricas e de pais mais escolarizados têm cérebros maiores e mais habilidades mentais que crianças de famílias pobres, aponta estudo divulgado no site Daily News. Apesar da diferença, políticas sociais e estudos podem acabar com a desigualdade e fazer com o desenvolvimento seja o mesmo.

As principais diferenças foram encontradas nas regiões do cérebro responsáveis pela linguagem e pela leitura, seguidas da região da memória e da tomada de decisões, explica Elizabeth Sowell, coautora do estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

— O impacto foi muito significante em termos da maneira como o cérebro dessas crianças está funcionando. Descobrimos que a condição social da família afeta o desenvolvimento cognitivo da criança.

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O estudo ressalta a necessidade de proporcionar melhores condições para as crianças de baixa renda, com melhor qualidade no almoço dos pequenos, professores motivadores do desenvolvimento e programas educacionais que motivem o estudo.

— Não é tarde para pensar como impactar as fontes que podem contribuir com o desenvolvimento infantil.

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No estudo, Sowell e sua equipe entrevistaram 1.099 crianças de três a 20 anos, de diferentes regiões e grupos. Eles compararam o estudo e a renda dos pais com a superfície do cérebro da criança através de tomografias e testes psicológicos.


— Faz sentido que crianças que cresceram em melhores condições de vida tenham melhor desenvolvimento cerebral e consigam evoluir mais, mas isso não significa que a criança que não possui tantos recursos está fadada ao não desenvolvimento. O estudo só reforça a necessidade de diminuir cada vez mais a desigualdade.
 
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