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A labirintite é a patologia mais conhecida dos tipos de distúrbios vestibulares periféricos.  A reabilitação vestibular é a melhor opção terapêutica nos pacientes portadores de vestibulopatias, porque além de melhorar sobremaneira o equilíbrio do doente, tem ainda a função profilática, ajudando-o a restabelecer a confiança em si mesmo, reduzindo a ansiedade e melhorando o convívio social.

A reabilitação vestibular (RV) é um programa de tratamento realizado por exercícios, associado a um conjunto de medidas relacionadas à mudança de hábitos e esclarecimentos sobre os sintomas associados à alteração do equilíbrio.

Após a estabilização do quadro, o Pilates deve ser procurado, principalmente, para melhora do equilíbrio e fortalecimento dos membros inferiores.

A tontura não é, exatamente, uma doença, ela sugere que algo não está bem no organismo. Esse sintoma pode surgir em qualquer faixa etária ao longo da vida, sendo mais frequente em idosos. Então, o profissional de Pilates deve ter cuidado com exercícios que envolvam grandes movimentações. Cuidado com a estabilidade na região cervical deve ser observado.

É importante também o profissional saber que os exercícios dão subsídios para que novos rearranjos das informações sensoriais periféricas aconteçam, permitindo-se que novos padrões de estimulação vestibular necessários em novas experiências, passem a serem a ser realizados de forma automática.  Com isso, há melhoras nas reações de equilíbrio com consequente diminuição na possibilidade de quedas.

Um programa de reabilitação vestibular envolve movimentos de cabeça, pescoço e olhos; exercícios de controle postural em várias posições (sentado, em apoio bipodal e unipodal, andando); uso de superfície de suporte macio para diminuição do input proprioceptivo; exercícios com olhos fechados para abolição da visão. O Pilates, bem usado, pode ajudar (e muito) no processo

Fonte: FaçaFisioterapia
 
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