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Esse ano contamos com a colaboração especialíssima dos Drs. Ivan Ervilha e Luís Henrique Cintra

Olá, tudo bem? Aqui Henrique Alves novamente

Ontem eu te pedi pra preencher a planilha sobre o levantamento do Perfil da Fisioterapia Brasileira (http://bit.ly/perfil2015), um levantamento que já é feito há 10 anos pela FisioBrasil, mas acho que você não viu ou estava com muitas tarefas, entendo. Mas gostaria de te pedir esse favor, se você puder tirar um tempinho pra isso.
Esse levantamento tem muita importância pra podermos chegar a uma conclusão sobre o que conversamos ontem, de empresas tradicionais de fisioterapia estarem sendo colocadas à venda ou estarem sublocando espaços, e colegas abandonando a profissão. Calma, não sei ainda se é verdade nem se é crise ou oportunidade, vamos chegar ainda a essa conclusão. Inclusive gostaria de agradecer à FisioForma, Fisioterapia e Estética e ao Sebastião Faria, que tão prontamente nos responderam e acrescentaram muito nesse entendimento, acreditem.
Bom, seguindo o que prometi, sem me demorar muito, os 4 fatores que levam a um desastre profissional na carreira de todo fisioterapeuta, seja ele autônomo ou dono de empresa, são:
1 -  Falta de atitude empresarial
2 -  Negligência na qualificação do serviço
3 -  Uso errados das ferramentas de marketing
4 - Descontrole no registro das informações
Nos próximos 4 e-mails diários vou falar sobre cada um deles e suas consequências para o profissional, ok? Não vai perder, hein!
Então, vou falar sobre Atitude Empresarial:
E, pegando carona nas respostas que recebi, concordo em dizer que ela realmente depende de visão, metas, planejamento, inovação e compromisso com o cliente, como disseram.
E acrescento: - Você é a empresa - ame o que faz ou suma! (rsrsrs)
Atitude se faz com um grande sorriso e um tremendo amor pelo ser humano e pela fisioterapia (no nosso caso).
Cobrar valores abaixo da tabela de Referencial Nacional de Honorários Fisioterapêuticos (segue o link, se você desconhece), sem qualquer motivo, unicamente para "estar acima na concorrência", não deixam sua empresa respirar, mantendo sempre o cinto apertado e o risco alto, sem contar que sua imagem fica associada a uma prestação de serviço de baixo custo e provavelmente pouco valor (é a tendência, entenda).
Portanto, atitude empresarial é ter a cabeça aberta ao aprendizado, o presente focado na qualidade e na melhoria contínua, o futuro baseado em planos, metas e objetivos.
Você seria capaz de me escrever dando alguns exemplos contrários do que acabo de definir? Vamos lá, você faz a diferença pra nós. Quero colocar seu nome nos agradecimentos do próximo e-mail (ou a lista rsrs). É assim, clica em responder e escreve: "Henrique, na minha visão, falta de atitude empresarial e profissional são..." ok?
Amanhã falaremos sobre a negligência na qualificação de serviços, ok?
E aí, consegui te transmitir algum conhecimento edificante? Se sim, fico extremamente satisfeito. Caso contrário, deixe-me saber e melhorar.
Termino com um pequeno trecho: Ninguém nasceu para mandar ou ser mandado, o que se espera é que um bom líder tenha uma extensa vivencia no campo de batalha e que sua escola venha da alimentação e crescimento, passo a passo, com o próprio domínio e visão critica na condução para melhorias do estabelecido.

"A atitude deve ser sabia, criança, aluna e professora, num “mix” oportuno a cada situação, sejam nas ações táticas aonde somos parte das obrigações, sejam nas ações estratégicas aonde temos que ser parte dos que pensam." (Sérgio Dal Sasso)
Um forte abraço e nos vemos amanhã
Ah, ia me esquecendo. Você conhece Meta SMART?
Henrique [cheiodeatitude] Alves


Revista FisioBrasil
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