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Hipertensão arterial pulmonar é a denominação dada a um conjunto de alterações que dificultam a passagem do sangue pelas artérias e veias pulmonares. Esse processo pode sobrecarregar o coração e causar cansaço e desmaios. Em casos muito graves, pode haver necessidade de internação e de transplante pulmonar.

Os sintomas da hipertensão arterial pulmonar idiopática são vagos, inespecíficos, o que habitualmente contribui para um retardo no diagnóstico. É frequente os sintomas aparecerem 18 a 24 meses antes do diagnostico.

A dispneia, sintoma principal e mais precoce, surge inicialmente aos esforços e tende a evoluir progressivamente. Pode haver fadiga, pela incapacidade do paciente em aumentar o débito cardíaco ao esforço e, com a evolução da doença, de mantê-lo em níveis adequados mesmo em repouso. Dor torácica de características semiológicas semelhantes à angina também é referida por alguns pacientes. Hemoptise, rouquidão, palpitações, pré-síncope e síncope podem ocorrer, sendo esta última marcador de gravidade da doença.

Não existe indicação específica para prevenir o aparecimento da hipertensão pulmonar. Como regra geral, recomenda-se não fumar, evitar a obesidade e manter-se ativo.

A classificação funcional da New York Heart Association, modificada para esta enfermidade pela Organização Mundial de Saúde, tem quatro classes funcionais:

Classe I
Doença presente, mas sem limitar as atividades físicas, as quais não determinam dispneia ou fadiga excessivas, dor torácica ou pré-síncope.

Classe II
  Discreta limitação das atividades físicas. Assintomáticos ao repouso, os pacientes apresentam dispneia e/ou fadiga excessivas, dor torácica ou pré-síncope em atividades físicas habituais.

Classe III
Importante limitação às atividades físicas. Assintomáticos ao repouso, os pacientes apresentam dispneia e/ou fadiga excessivas, dor torácica ou pré-síncope com esforços menores do que as atividades físicas habituais.

Classe IV
Incapacidade de realizar qualquer atividade física sem sintomas. Dispneia e/ou fadiga podem ocorrer no repouso e o desconforto aumenta com qualquer esforço. Há sinais de falência ventricular direita.

Muitas situações clínicas podem fazer com que a pressão do sangue dentro dos pulmões esteja aumentada. Felizmente, nem toda elevação da pressão significa uma doença grave e, muitas vezes, não é necessário tomar remédios específicos para revertê-la.  

Entretanto, há situações que exigem a indicação de anticoagulantes, diuréticos, vasodilatadores e de medicamentos que ajudem o coração a trabalhar melhor. Em casos extremos, que não respondem ao tratamento clínico, pode ser necessário realizar um transplante de pulmão.

Fonte: FaçaFisioterapia
 
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