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Quando sofremos uma lesão, a região afetada é automaticamente acometida por inchaço, rubor, calor, edema e dor. Estes são os sintomas que fazem parte do processo inflamatório, que é a resposta do organismo para conter o efeito nocivo do trauma. A aplicação de compressa de gelo logo após a ocorrência da lesão tem por finalidade controlar os níveis consequentes da inflamação, principalmente em relação à dor e ao inchaço, segundo Maurício Garcia, que é fisioterapeuta do Centro de Traumatologia do Esporte da Universidade Federal de São Paulo e coordenador do setor de fisioterapia do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte.
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“O resfriamento com aplicação de gelo é o mais indicado porque causa uma vasoconstrição, que é a diminuição do diâmetro dos vasos, evitando um aumento do processo inflamatório”, afirma. Consequentemente após a aplicação há um aumento na temperatura, o que provoca uma vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos) e a liberação dos substratos inflamatórios presentes na corrente sanguínea.
A compressa pode ser feita com um saco plástico transparente, contendo gelo triturado ou quebrado, por no máximo 20 minutos, de modo que seja suportável e não cause queimaduras. Na aplicação, é necessário fazer uma leve compressão. A dica é utilizar aqueles plásticos usados para embrulhar alimentos e enfaixar o local com a compressa.


utra opção são as bolsas térmicas, que mantêm a temperatura por mais tempo. “Há necessidade de tomar cuidado com uso de bolsas de gel, pois, em muitas delas, a impressão gráfica do plástico pode causar alergias e queimaduras na pele, além de não terem uma duração eficiente, pois após 10 minutos já perdem o efeito desejado”, adverte o fisioterapeuta, reforçando que o ideal é fazer mais aplicações de 20 minutos por dia e evitar aplicações longas de 30, 40 ou mais minutos.
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