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A dor é provavelmente o problema de saúde mais tratado pelos médicos nos dias atuais.
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Nós todos conhecemos alguém que sofre de uma condição de dor crônica e até mesmo muitos de nós padecem desse mal.
Os analgésicos são atualmente a medicação mais utilizada - e não parece haver qualquer sinal de desaceleração dessa tendência.
Quase sempre, porém, os analgésicos são apenas um paliativo, cujo efeito tem dia e hora para acabar.
No entanto, a maioria das pessoas continuam a comer os piores alimentos para a dor - e sem saber.
O percurso feito pela medicina tradicional para combater dores musculares, dores nas aticulações e outras dores, como artrite e fibromialgia, é curto e impreciso.
Além disso, ele não chega ao principal ponto da questão: o que está provocando a dor e a inflamação?
Enquanto a prescrição se restringir a medicamentos analgésicos para suprimir a dor, ela nunca tratará o problema com profundidade e, portanto, nunca descobrirá as causas.
Sim, é verdade, os analgésicos são necessários em um determinado tempo e lugar.
O problema é que é preciso avançar, ir além, e não reduzir o tratamento ao uso deles.
E lamentavelmente poucos profissionais sabem que existe uma ligação importante entre a alimentação e muitos casos de dor articular e muscular.
Como bem diz a famosa frase do pai da medicina, Hipócrates, "Deixe o alimento ser sua medicina e a medicina ser seu alimento".
Uma frase tão sábia, mas tão esquecida pela medicina contemporânea...
E esta famosa frase é altamente pertinente para aqueles que sofrem com dor crônica.
Quer testar?
1. Açúcar
Quer adicionar combustível ao fogo?
Então coma açúcar e/ou alimentos altamente processados ​​que contêm grande quantidade de açúcar (lembrete - alimentos processados ​​nem sempre têm gosto doce, cuidado).
O açúcar é um dos piores alimentos para a dor nas articulações e músculos.
Nada prejudica o trato digestivo como o açúcar.
A comunidade médica está começando a concordar com o fato de que a inflamação crônica geralmente começa no intestino, que representa a maior parte do sistema imunológico.
Você já deve ter escutado a frase "Você é o que você come".
Para nós, já é hora de criar uma versão mais avançada dessa frase: "Nós somos o que absorvemos".
2. Álcool
Não vamos pedir a você que nunca desfrute de uma taça de um bom vinho, mas moderação é tudo.
Tenha em mente que muito álcool pode danificar a flora intestinal, promover o crescimento de fungos como a cândida e dificultar a capacidade do seu corpo de se desintoxicar.
O álcool, por natureza, é uma molécula de açúcar combinada com uma molécula de gordura.
Ele agride bastante o organismo e é um dos piores alimentos para a dor.
3. Cereais
Refinados ou não, os grãos são difíceis de digerir e podem sobrecarregar muito o trato intestinal, provocando uma inflamação crônica.
O problema inflamatório aumenta especialmente se você for sensível ao glúten.
Adicione a isso os altos níveis de ácido fítico e lectinas dos grãos que podem dificultar a sua capacidade de absorver cálcio, magnésio e outros minerais essenciais.
Muitas pessoas têm alergia ou intolerância a cereais, mas estão completamente inconscientes disso.
Se você sofre com dores crônicas, experimente deixar de consumir cereais (especialmente o trigo e derivados) por um tempo para fazer uma avaliação mais precisa do peso deles no seu problema de saúde.
4. Óleo vegetal refinado
Canola, óleo de soja, de milho e de girassol são em grande parte geneticamente modificado.
E esses óleos estão bem documentados, em diversos estudos, por contribuir para a inflamação e a dor.
Infelizmente, todos eles são frequentemente utilizados não só na casa da maioria das pessoas, como também em lanchonetes e restaurantes.
O pior é que esses óleos são anunciados como "saudáveis" - não acredite nesse conto de fadas!
A gordura desses óleos, ao entrar em contato com a luz, torna-se extremamente tóxica e indigesta.
Enfim, os óleos vegetais refinados são, sem dúvida, um dos cinco piores alimentos para a dor.
5. Leite pasteurizado
Uma pesquisa recente mostra=ou que a maioria das pessoas com sensibilidade ao glúten também tem problemas com laticínios.
As vacas são alimentadas com produtos químicos e cereais que contêm glúten.
O leite também é "recheado" de hormônios e, quando é pasteurizado, o processo destrói as bactérias (como a L. lactis) que digerem a caseína, proteína que pode imitar o glúten.
Além disso, o processo de pasteurização altera a estrutura molecular do teor nutricional que é encontrado no leite cru (não pasteurizado).
Assim como os óleos vegetais refinados, é melhor deixar os produtos lácteos pasteurizados nas prateleiras do supermercado, porque eles também são péssimos para a dor.



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